Aprendendo na Praia Sobre Investimentos


 

Aprendendo na Praia Sobre Investimentos

Por Austin Pryor

 


Quando preciso tomar decisões sobre investimentos, faço sempre a pergunta: Se isso colocasse em risco um agradável período na praia, como influenciaria minha decisão? Como gosto de passar tempo na praia, isso atrai minha atenção. Tenho consciência que preciso fazer julgamento correto! Aprendi o seguinte:

 


1. Cuidar do essencial. Não posso ir para praia a qualquer momento. Para assegurar que não terei que retornar antes do previsto, há um planejamento importante a ser realizado. Para garantir tranquilidade durante a viagem, preparativos tediosos precisam ser feitos de antemão. O mesmo se aplica às finanças, como manter-se livre de dívidas e poupar para necessidades futuras, antes de embarcar na arriscada aventura de investimentos.

 


2. Elaborar plano e segui-lo. Isso inclui programar o GPS para que possa saber o caminho, partir no horário, dirigir com segurança e não tomar atalhos. Pode dar impressão de viagem tediosa, mas a ideia é que a viagem não seja o foco do interesse, mas chegar em segurança e a tempo. Eu me sinto da mesma maneira em relação aos objetivos para aposentadoria. Com prazer troco uma viagem empolgante por uma chegada segura e oportuna, o que significa seguir o plano de investimentos em ações/obrigações com suficiente diversificação.

 


3. Ter paciência na hora de bronzear. Não assumo estratégias de alto risco para ganhar bronzeado instantâneo. É muito fácil ficar queimado. Aprendi a manter um plano de bronzeamento simples. Revistas, seminários, web sites e programas de TV apresentados por gurus de bronzeamento são confusos. Bronzeamento – e investimento financeiro – não é assim tão complicado. Seguir o essencial e não ir muito rápido demais, evita erros.

 


4. Ignorar ondas de curto prazo. Gosto de ler na praia posicionando a cadeira bem na linha d’água. O truque consiste em mover a cadeira de tempos em tempos, para que eu não acabe ensopado pelas ondas. Embora haja uma tendência, aprendi que não se pode prever o que uma onda poderá fazer. Pode-se acreditar que ela vai quebrar a um metro e meio de distância e acabar-se completamente molhado. No curto prazo, as ondas são erráticas, mas a longo prazo são previsíveis. Assim, aprendi a planejar meus movimentos, baseado nas tábuas de maré – nas tendências financeiras – e no histórico passado.


5.   Não comparar-se a outros. Dificilmente eu seria uma figura imponente na praia. Seria melhor se eu me parecesse com outros homens que vejo lá. Porém, me lembro que minha estratégia de dieta/exercícios de praia é projetada para a pessoa que sou: um idoso, tentando equilibrar vida na praia, com família, trabalho e outras coisas.

 


6.   Esperar por dias chuvosos. Ficar na praia por duas semanas é garantia de uma ou outra chuvarada de verão. Mesmo que surja tempestade, não abandono meus planos, faço malas e volto para casa. Sei de antemão que isso pode acontecer. Assim, tenho uma alternativa: levo vídeos e games para duas semanas. Não me desespero achando que a tempestade provocará novo dilúvio. Ao contrário, me acalmo, desfrutando dos games, enquanto espero o próximo dia de Sol.

 


Provérbios 21.5 diz: “Os pensamentos do diligente tendem à abundância, mas os do todo apressado, tão somente à pobreza”. Diligência, seja preparando férias ou investindo para a vida, produz devida recompensa.

 


Se quiser entender mais profundamente sobre investimentos, faça uma viagem à praia!

 


http://cbmc.org.br/mana.htm

Anúncios