Aprendendo a envelhecer…


 

Nunca devemos julgar as pessoas que amamos.

O amor que não é cego, não é amor.

Honoré Balzac

 

fffffound! 

 

Ao completar 30 anos um querido amigo me disse que estava entrando para o clube das coroas, e agora que já se passaram alguns anos qual o clube que estou freqüentando?

 

Honoré olharia para Balzac e diria: Não! Acho que não!

 

Sem ruga, não dá para dizer velha, dizer nova o estômago querendo sufocar o coração, e este o pescoço, enfim… adiposidade por todos os lados.

 

Lixão data estelar: antiga. Mas nem tanto…

 

Crise? Não!

 

É bom! Assim espero! Espelho, espelho meu, existe algo de bonito extracutaneamente falando; do que esse pneu na barrica, digo barriga que se tornou este eu?

 

Sim, uma esperança, responde ele. Dá tempo de passar a limpo a agenda, zíper na boca, e volte cá a me encarar…

 

Reciclar. Não desperdice coisas, pessoas, papos presente e passado.

 

Está sem matrícula mas fazendo um vestibulinho para a dificuldade  de aprender a envelhecer…

 

Amém.

 

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