Simplicidade e conforto


 

Vida simples, mas com qualidade

Por EFE Reportagens

 

 

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Sua casa, armários e despensa, e inclusive o carro, estão repletos de caixas cheias de coisas que não servem mais para nada, mas que você ainda guarda por via das dúvidas, ou estão transbordando de coisas que não usa há muito tempo, até mesmo desde quando as comprou?

 

 

O estilo de vida consumista nos leva continuamente a comprar e acumular cada vez mais coisas, mas, em vez de trazer felicidade, como prometem os anúncios de publicidade e os vendedores, muitas vezes os objetos que nos cercam, mas que não usamos, terminam complicando a vida.

 

 

"Menos é mais", diz um anônimo, mas sábio, ditado popular. A procura por qualquer livro, documento, ferramenta ou um número de telefone pode ser um desafio como encontrar uma agulha no palheiro quando o ambiente está abarrotado de coisas.

 

 

Desfazer-se do que não é mais útil requer esforço, assim como escolher que coisas ainda servem e quais não. Mas é só lembrar a satisfação de quando se livrou de algo que pensava que nunca poderia jogar fora ou dar. Foi como se tirasse um peso do coração!

 

 

É possível receber os benefícios sem antes deixar um vazio? Segundo a especialista Dominique Loreau, autora do livro "L´art de La Simplicité" (A arte da simplicidade), isso não só é possível, mas o ideal para levar uma vida baseada na simplicidade e na beleza.

 

 

Ao longo de seus anos de vida e estudo da filosofia zen no Japão, Loreau descobriu que a simplicidade enriquece a vida, liberando-a de preconceitos e restrições, e pode se refletir em cada uma das facetas de nossa existência.

 

 

Austeridade nas compras, simplicidade nas roupas, clareza nos pensamentos, frugalidade na alimentação. A simplicidade consiste em ter pouco para encontrar a liberdade de chegar ao essencial. Isso se traduz em elegância, bem-estar, serenidade e beleza. Algumas propostas podem ajudar a seguir esse caminho:

 

 

 

Busque o minimalismo confortável: Sua casa deve ser um local de descanso e refúgio, onde cada objeto deve ter sua utilidade. Faça uma lista do que você realmente precisa e do que é simplesmente decorativo e não serve para nada. Desfaça-se do que não tem serventia. Há elementos de caráter emocional, como as fotos de familiares e amigos, mas não é preciso abarrotar a casa com elas por todas as partes.

 

 

Pense duas vezes antes de comprar alguma coisa: Quando for adquirir algo, reflita por alguns instantes se realmente terá alguma utilidade ou se está comprando puramente por questões estéticas.

 

 

 

Fuja das modas passageiras: Em vez de encher o guarda-roupa (e esvaziar os bolsos) com roupas que só vai vestir por um ano e depois sairá de moda, escolha roupas de boa qualidade e que não ficarão defasadas rapidamente, para que dure mais tempo. É preferível ter uma peça do que três que estragarão após a primeira lavagem.

 

 

 

Pergunte a si mesmo se precisa de alguma coisa: Antes de guardar alguma coisa, pergunte-se: "por que estou guardando isso? Para que serve?". O mesmo se aplica às coisas que você já tem guardadas: se chegar à conclusão de que não servem mais, dê de presente ou se desfaça delas sem remorso.

 

 

 

Por Daniel Galilea

Efe-Reportagens

 

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