Segunda-feira Eba!!!!


 

Ferramenta Para Produtividade

Por Sergio Fortes

 

 

  FOTO: FFFFFOUND!

 

 

Para muitos, segunda-feira começa no domingo à noite. Em meu país, por volta das 22 horas de domingo, quando os temas musicais sinalizam o fim de programas populares na televisão, muitos começam a pensar na segunda-feira, o que geralmente lhes custa horas preciosas de sono.

 

 

Pensar em segunda e em trabalho freqüentemente provoca idéias negativas, de sofrimento, estresse e insatisfação. A pergunta é: “Por que trabalho gera pouca alegria para a maioria das pessoas?” Há restaurantes famosos que até usam o slogan: “Graças a Deus, é sexta-feira”. Por que não: “Graças a Deus é segunda-feira?”

 

 

Associar trabalho a sofrimento e punição é um equívoco, talvez decorrente da idéia de que, com a queda no Éden o trabalho se tornou em maldição e por isso difícil e desagradável. Mas quando o primeiro casal deliberadamente se opôs ao plano de Deus e foi banido do Jardim, a terra é que se tornou maldita e o homem condenado a uma vida de dura labuta: “E ao homem declarou: ‘Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore da qual Eu lhe ordenara que não comesse, maldita é a terra por sua causa; com sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida’” (Gênesis 3.17). 

 

 

Talvez por essa razão a alegria seja tão incomum no ambiente de trabalho. Certos conceitos evitam que o ambiente de trabalho seja alegre: “O lugar onde se ganha o pão é sagrado”, afirmam. “Muito riso, pouco siso”, ensinam. Entretanto, alegria e produtividade não precisam ser mutuamente excludentes. Empresas globais aumentaram sua preeminência e produtividade, pela decisão de motivar os empregados a trabalhar com alegria. Algumas até mesmo os estimularam a levar os filhos recém-nascidos para o trabalho; outras, permitem que se trabalhe acompanhado do animal de estimação debaixo da mesa.  

 

 

Sobrecarga, pressões, metas e prazos alimentam o estresse e inibem alegria no trabalho. Para quem considera tristeza incompatível com alegria, a observação de Henri Nouwen é pertinente: “Alegria e tristeza não se excluem. Descobri alegria em meio à tristeza. Ousaria dizer: Na aflição, encontrei minha alegria”. 

 

A Bíblia festeja o trabalho e a alegria. Jesus disse:“Meu Pai continua trabalhando até hoje, e Eu também estou trabalhando” (João 5.17). Falando sobre seu ofício diário, Paulo, mesmo preso,  recomendou: “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!” (Filipenses 4.4).  Enfrentando a heróica tarefa de reconstrução nacional Neemias lembrou ao povo:“A alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8.10).

 

 

O cultivo da alegria no ambiente de trabalho pode ser ferramenta poderosa para a produtividade, se o CEO for capaz de mostrar um sorriso genuíno em vez de uma cara fechada; se os clientes forem recebidos com alegria sincera e não com sorrisos plásticos; se aquele que serve à mesa o fizer com verdadeira alegria e não de olho no valor da gorjeta; se os líderes exercerem sua função com real alegria e não por desejoso de poder. 

 

 

Conheci um homem de negócios que realizou seu trabalho com alegria por mais de 70 anos. Todos os dias eram uma festa para ele. Enquanto trabalhava, cantarolava e brincava com os clientes. Muitos diziam ter entrado tristes em sua loja, mas foram contagiados por sua alegria. Ele amava tanto o que fazia que nunca tirou uma semana de férias. Mesmo à véspera de sua morte ele trabalhou como de hábito: cheio de alegria. Esse homem é o meu pai!

 

 

Determine que, de hoje em diante, tudo o que fizer, será feito com alegria!

 

Fonte: Mana da Segunda

  meu pai também era assim, idêntico

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