E MORRER DE AMOR E NÃO LIGAR PRA TENTAR ESQUECER


 

 

Quando um grande

amor se vai

 

 

 

 

A expressão "morrer de amor" é mais verdadeira do que se supunha. Pessoas de luto pela perda de um parceiro amoroso tem 20% mais risco de morte nos primeiros meses após a perda

 

Por Michelle Vargas

 

 

Segundo uma análise de diversos estudos sobre o assunto, realizada por uma universidade holandesa, intitulada Health Outcomes of Bereavement o luto aumenta em cerca de 20% o risco de morte nos parceiros que sofreram a perda.

 

Liderada por Margaret Stroebe, da Universidade de Utrecht, a análise aponta que as pessoas em luto têm mais chance de terem doenças cardíacas, além de problemas psicológicos como depressão, perda de apetite e fadiga, que podem levar ao suicídio.

 

A pesquisa, publicada na revista científica The Lancet, indica que a deterioração da saúde entre os viúvos está relacionada ao aumento no consumo de álcool e ao estresse da perda da única confidente.

 

Já para as viúvas, as causas não são claras, mas os especialistas apontam que a solidão e o estresse psicológico causado pela perda podem ser fatores determinantes no aumento da mortalidade.

 

Para a psicóloga da Unifesp, Mara Pusch, tudo depende da fase que a pessoa se encontra. “na adolescência qualquer perda apresenta maiores níveis de depressão e até mesmo suicídio. Já na faixa de 25-40 anos as mulheres acham outros alicerces – filhos, carreira – no quais se apoiar e têm um pouco mais de força para seguirem em frente”, afirma.

 

Já a faixa etária de 45 para cima apresenta maiores quadros de depressão, até mesmo por conta da menopausa. “Os filhos estão saindo de casa, a velhice vem chegando e a depressão já é um dos quadros da menopausa. Soma-se tudo isso e aparece a vontade constante de morrer”, alerta

 

 

Coração partido

 

De acordo com o estudo os padrões são bem consistentes, o que levou à conclusão de que a mortalidade do luto é atribuída em grande parte ao chamado coração partido, o estresse psicológico causado pela perda.

 

Denise Vaz, fisioterapeuta, diz que após a morte do seu marido ela não agüentou. “Fiquei uma semana sem tomar banho, ou comer, só queria dormir. Depois de um tempo comecei a beber demais e chorava. Minha filha mais velha me levou à força para terapia e com o tempo fui melhorando. Hoje, seis anos depois, estou bem, mas achei que não fosse resistir”, declara.

 

Os resultados da análise indicam que homens que perdem as esposas têm três vezes mais chance de cometerem suicídio. O risco não aumenta em mulheres que perderam os maridos. A pesquisa revela ainda que o risco de morte é maior nas primeiras semanas depois da perda do parceiro e diminui com o tempo.

 

Apesar dos riscos, os dados indicam que a maioria das pessoas consegue lidar com o luto sem a ajuda de especialistas.

 

 

UOL

 

Todos nascemos sabendo que um dia teremos que partir, não é a morte que assusta e sim a solidão.

 

Jesus Cristo preencheu meu vazio.

 

Mas, sem as pessoas, realmente a vida não teria sentido.

 

Estou sofrendo a perda de uma pessoa que considerava referência pra mim, dói muito.

 

Mas já estou tão acostumada a renunciar que uma dorzinha a mais me deixa mais calejada…

 

Ele faz a ferida para curar.

 

Amém.

 

Aiiiiiiiiiiiii…………. que saudadessssssss……………..

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